Close Menu
Paint InnovationPaint Innovation
  • Home
  • Matérias Especiais
  • Mercados
  • Mundo
  • Cadastre-se
  • Quem Somos
  • Fale conosco
  • Anuncie
  • Pauta Editorial 2026
  • Últimas Notícias PI

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Tintas de resfriamento prometem reduzir calor sem uso de energia

07/08/2026 · 17:38

Vmaxxy investe em tecnologia para ganhar espaço no mercado imobiliário

07/08/2026 · 17:17

Kolimar aposta no azul como tendência no esmalte sintético

07/08/2026 · 17:09
Instagram LinkedIn
  • Pauta Editorial 2026
  • Anuncie
  • Contato
LinkedIn Instagram
Paint InnovationPaint Innovation
  • Matérias Especiais
  • Mercados
  • Mundo
Newsletter
  • Home
  • Matérias Especiais
  • Mercados
  • Mundo
  • Cadastre-se
  • Quem Somos
  • Fale conosco
  • Anuncie
  • Pauta Editorial 2026
  • Últimas Notícias PI
Instagram LinkedIn
Paint InnovationPaint Innovation
Início » Aditivos sustentáveis ganham espaço, mas ainda enfrentam barreiras
Matérias Especiais Por Beatriz11 minutos de leitura30/07/2025 · 14:16

Aditivos sustentáveis ganham espaço, mas ainda enfrentam barreiras

Compartilhe WhatsApp LinkedIn Email Copy Link
Siga-nos:
Instagram LinkedIn
WhatsApp LinkedIn Email Copy Link

Empresas do setor de tintas e revestimentos avançam no uso de insumos de menor impacto ambiental nas suas formulações, como resposta às demandas de mercado e pressões regulatórias. Mas a adoção em larga escala ainda esbarra em custo, oferta restrita, desafios técnicos e dependência de importações.

Por Rodrigo Rezende

A sustentabilidade deixou de ser apenas um diferencial competitivo para se tornar um requisito. Não há marca que não admita isso e que deixe de ter o tema em seu radar. Além do mais, esse ponto é fundamental para a sobrevivência, tanto do mercado, quanto do próprio planeta. No setor de tintas e revestimentos, isso tem acelerado a adoção de matérias-primas menos agressivas ao meio ambiente, entre elas os ‘aditivos sustentáveis’. Mais do que uma resposta às exigências de órgãos reguladores ou aos compromissos ambientais das marcas, a substituição de insumos tradicionais por versões com menor pegada ambiental tem se mostrado uma forma concreta de tornar produtos mais limpos ao longo de seu ciclo de vida.

Esses aditivos, desenvolvidos a partir de fontes renováveis ou com rotas químicas menos impactantes, estão ganhando espaço em formulações arquitetônicas, industriais, automotivas e decorativas. Ainda assim, segundo profissionais do setor, o cenário está longe da estabilidade ou consolidação. O setor se movimenta entre a vontade de inovar e os entraves práticos que a sustentabilidade carrega.

O papel essencial dos aditivos

Toda tinta moderna é resultado de uma combinação precisa de ingredientes. E os aditivos, embora estejam presentes em pequenas quantidades na formulação, cumprem funções essenciais. São eles que controlam a secagem, evitam formação de espuma, melhoram a dispersão dos pigmentos, aumentam a durabilidade do filme seco e otimizam a aplicação.

A ausência de um bom aditivo pode comprometer a estabilidade da tinta ainda na embalagem, dificultar a aplicação ou reduzir a performance final. Por isso, qualquer mudança nesse componente, mesmo em nome da sustentabilidade, exige testes rigorosos e reformulações cuidadosas para não comprometer o desempenho do produto.

O que é de fato um aditivo sustentável?

Não há um único critério para definir um aditivo como sustentável. A maioria das iniciativas considera uma combinação de fatores, como origem renovável da matéria-prima, como óleos vegetais, açúcares ou resíduos agroindustriais; processos de fabricação menos poluentes, com menor consumo de energia, água e geração de resíduos; redução da toxicidade para o meio ambiente e seres humanos; maior biodegradabilidade, o que reduz impacto no descarte ou lavagem de equipamentos; e menor emissão de compostos orgânicos voláteis (VOCs).

Alguns produtos aliam mais de um desses fatores. Um antiespumante feito a partir de fontes vegetais, por exemplo, pode também ter menor toxicidade e reduzir a necessidade de solventes, contribuindo com múltiplos aspectos da sustentabilidade.

Por que a indústria busca esses aditivos?

A pressão pela redução da pegada ambiental de produtos químicos está vindo de vários lados. Além de consumidores mais atentos, que valorizam produtos ‘verdes’ e com certificações ambientais, há uma crescente regulação nos principais mercados do mundo.

A Europa, por exemplo, avança em legislações que restringem substâncias tóxicas e exigem maior transparência na composição de produtos. Grandes redes de varejo também têm criado políticas internas que limitam a presença de certos aditivos ou priorizam fornecedores com critérios ESG claros.

Na prática, aditivos sustentáveis podem facilitar o enquadramento em selos ambientais, como LEED, Green Seal ou EU Ecolabel. Além disso, auxiliam a abrir portas em mercados mais exigentes, reduzir riscos trabalhistas e ambientais em fábricas e aplicações, melhorar a imagem da marca perante consumidores e investidores, e reduzir impactos regulatórios futuros, com portfólios já adaptados a legislações emergentes.

Quem já está adotando

Diversas empresas do setor têm investido em linhas completas com foco em sustentabilidade. É cada vez mais comum ver produtos à base de água com baixo VOC, livres de biocidas agressivos, coalescentes de origem vegetal, antiespumantes sem silicone e espessantes baseados em biopolímeros.

Mesmo grandes marcas globais vêm reformulando produtos consagrados para versões ‘eco’ ou ‘bio-based’, com destaque em suas embalagens. Em paralelo, startups químicas e fabricantes de insumos têm desenvolvido tecnologias específicas para atender a essa nova demanda.

A estratégia costuma ser gradual A substituição ocorre primeiro em linhas premium, de maior valor agregado e com consumidores dispostos a pagar por sustentabilidade. Em seguida, parte dessas tecnologias se difunde para linhas intermediárias, à medida que o custo se torna mais competitivo.

Caminho promissor, mas com obstáculos

Apesar do avanço, a adoção ampla dos aditivos sustentáveis ainda enfrenta desafios importantes. Um deles, segundo especialistas do setor, é o custo mais elevado. Muitos insumos sustentáveis ainda são mais caros que os convencionais, tanto pela complexidade produtiva quanto pela escala reduzida.

Também se relata uma menor disponibilidade local. A maior parte dos aditivos com pegada verde ainda é importada, o que torna o Brasil vulnerável a oscilações cambiais e barreiras comerciais, além entraves mais impactantes, como o tarifaço dos Estados Unidos e as suas consequências – ainda indefinidas –, que tem gerado preocupações a todos os setores.

Desempenho técnico nem sempre equivalente. Esse é outro ponto de atenção. Substituições exigem reformulação, adaptação e novos testes de performance, o que demanda tempo e investimento. Outra questão é a da logística e confiabilidade, afinal é preciso garantir fornecimento contínuo, com padrão de qualidade e volume adequado. E isso ainda pode ser considerado é um desafio, de acordo com profissionais do setor, principalmente com fornecedores estrangeiros.

Dilema da cadeia

Hoje, uma parcela significativa dos aditivos sustentáveis disponíveis no mercado brasileiro é importada, principalmente da Europa, EUA e Ásia. Isso implica não apenas em custos mais altos, mas em riscos maiores: tarifas impostas por governos, alta do dólar, atrasos logísticos e incertezas geopolíticas podem comprometer o abastecimento.

O Brasil já conta com empresas que desenvolvem ou distribuem aditivos mais sustentáveis com base nacional, mas a escala ainda é limitada. Incentivos à produção local, parcerias entre universidades e indústria, e políticas públicas de estímulo à química verde podem acelerar esse movimento, reduzindo a dependência de fornecedores externos.

Percepção do consumidor

Em alguns casos, o consumidor percebe sim. Tintas com aditivos sustentáveis podem ter menos odor, menor emissão de compostos voláteis, secagem mais suave e até um desempenho superior em determinadas situações. Mas, na maioria das vezes, os benefícios não são visíveis, o que exige uma comunicação clara e assertiva por parte das marcas.

Por isso, é fundamental que a sustentabilidade não se limite à mudança de insumo, mas venha acompanhada de transparência, certificações e narrativas bem construídas. Quando bem comunicado, esse diferencial pode fazer a diferença na decisão de compra. Tanto de consumidores quanto de especificadores técnicos, arquitetos e engenheiros.

Inovação brasileira

A presença da brasileira Polystell na edição 2025 da European Coatings Show, em Nuremberg, no primeiro semestre, reforçou o protagonismo das empresas nacionais na corrida por soluções mais sustentáveis no setor de tintas e revestimentos. Com um portfólio focado no desenvolvimento de aditivos de alta performance e menor impacto ambiental, a empresa tem investido de forma consistente em pesquisa e tecnologia para entregar alternativas que atendam às crescentes exigências de sustentabilidade sem abrir mão do desempenho técnico.

Na feira, uma das mais importantes do mundo para o setor, a Polystell apresentou inovações voltadas à redução da pegada ambiental nas formulações, com destaque para aditivos desenvolvidos com foco em eficiência e conformidade com padrões ambientais internacionais.

O esforço em P&D mira não apenas a substituição de insumos tradicionais, mas também a criação de novas rotas químicas que transformem desafios ambientais em oportunidades reais de crescimento sustentável. Com atuação global e estrutura voltada para inovação contínua, a empresa segue como um exemplo de como o Brasil pode contribuir de forma relevante para o futuro mais verde da indústria de tintas.

A empresa oferece, por exemplo, um pigmento ultrafino funcionalizado com íons metálicos, desenvolvido para aplicações em tintas, esmaltes e vernizes à base de água, solvente ou universal. Com alta tecnologia e foco em sustentabilidade, esse aditivo entrega opacidade, nivelamento e economia para formulações industriais, segundo a fornecedora.

Entre os principais benefícios, estão: substituição parcial do dióxido de titânio, com dosagens entre 10% e 20%, sem comprometer o poder de cobertura; redução da porosidade do filme seco, promovendo acabamento mais uniforme; alta resistência ao amarelamento e oxidação, graças à sua estrutura cristalina; e melhor empacotamento das partículas, otimizando o desempenho da formulação.

As empresas de matérias-primas oferecem ingredientes e também destacam processos internos que são aliados da sustentabilidade. A Brancotex ilustra bem isso. A empresa oferece aditivos sustentáveis para tintas com foco em qualidade, desempenho e responsabilidade ambiental. Busca minimizar o uso de solventes agressivos e oferece produtos à base de água e isentos de solventes, atendendo aos padrões de qualidade ISO 9001:2015.

Além disso, a Brancotex ressalta que desenvolve resinas e aditivos para diversos setores, incluindo tintas, buscando otimizar processos e garantir resultados consistentes e eficientes.

A equação da sustentabilidade

Avançar na adoção de aditivos sustentáveis é resolver uma equação complexa: preservar performance, controlar custos, garantir escala e entregar valor ambiental real. Não se trata de uma mudança cosmética, mas de um movimento estrutural que está moldando o futuro da indústria de tintas.

À medida que o desenvolvimento de novas rotas químicas se acelera e o custo de tecnologias verdes tende a cair, o setor deve viver uma transição mais intensa nos próximos anos. Quem se antecipar e estruturar sua cadeia com visão sustentável, terá mais chances de liderar esse novo ciclo.

Nesse contexto, inovação e sustentabilidade muitas vezes caminham lado a lado. E, mesmo quando não envolvem diretamente matéria-prima de origem renovável, soluções com apelo funcional, como proteção à saúde e ao bem-estar, também têm se tornado cada vez mais estratégicas nas formulações.

A inovação também protege

Embora o debate sobre sustentabilidade esteja centrado em impacto ambiental e origem renovável de matérias-primas, a inovação em aditivos também avança no sentido da proteção à saúde e ao bem-estar. É o caso da tinta acrílica Brasiplus ProtectMax, relançada pela Brasilux durante a 26ª Construsul, em Porto Alegre.

Reformulada com tecnologia antibacteriana, a tinta elimina até 99,9% de bactérias, mofos e fungos, ampliando a proteção de ambientes internos, especialmente em locais que exigem maior higiene e durabilidade, como clínicas, hospitais, banheiros e cozinhas.

Segundo a empresa (leia também sobre aumento de capacidade produtiva), a nova formulação, que mantém alto padrão de acabamento e resistência à limpeza, mostra como os fabricantes também têm apostado em tecnologias funcionais, muitas vezes ancoradas em aditivos especiais, para diferenciar os seus produtos.

Ainda que não se trate de um aditivo sustentável nos moldes tradicionais, como os de origem renovável, soluções como essa revelam o esforço contínuo da indústria para entregar mais valor ao consumidor, com produtos que cuidam do ambiente e também das pessoas. Talvez o pulo do gato esteja bem aí, em unir tudo isso.

Aumento da produção de tintas base água

A marca Coral destaca que as tintas base água possuem diversos benefícios para os consumidores e para o planeta, como emitir bem menos carbono à atmosfera, não ter cheiro e não amarelar. Um exemplo de produto é o Coralit Total, um esmalte à base de água com 40% menos emissão de CO2 e 90% menos emissão de VOC.

A fabricante explica que esse item possui ultra aderência em diversas superfícies, tendo alto desempenho em madeiras, metais ferrosos, alumínio, galvanizados, PVC e também em repintura.

Há tintas à base de água e tintas que usam aditivos mais sustentáveis. A melhor opção seria a que combinasse os dois fatores. Ou seja, produto à base de água, mais aditivos sustentáveis de baixa toxicidade e baixo VOC.

5 tipos de aditivos sustentáveis em alta

• Coalescentes de base renovável: derivados de fontes vegetais, como óleos naturais ou álcoois bio-based. Reduzem VOCs e são indicados especialmente para tintas base água. Alternativa ao butilglicol ou Texanol, por exemplo.

• Espessantes naturais e biopolímeros: produzidos a partir de celulose modificada, goma xantana ou outras fontes renováveis. Melhoram a viscosidade e a aplicabilidade, com menor impacto ambiental.

• Antiespumantes sem silicone ou de origem vegetal: substituem compostos tradicionais com maior toxicidade ou persistência ambiental. Evitam a formação de espuma durante o envase e a aplicação.

• Agentes de dispersão ecoeficientes: formulados com base em cadeias curtas e biodegradáveis, otimizam a distribuição dos pigmentos e reduzem o uso de surfactantes convencionais.

• Conservantes e biocidas menos agressivos: novas gerações de conservantes com menor toxicidade e melhor perfil de biodegradação vêm sendo usados para proteger a tinta contra fungos e bactérias, sem comprometer a saúde ocupacional ou ambiental.

Aditivos sustentáveis biodegradabilidade Brancotex EU Ecolabel European Coatings Show fontes renováveis Green Seal LEED pegada ambiental Polystell Química verde revestimentos Tintas VOCs

Posts relacionados

Empresas & Negócios

Marca de tintas ganha visibilidade em ação com novo quadro do GE

Regulatórios

O futuro das tintas é ainda mais sustentável

Empresas & Negócios

Leopoldina promove linha Normas Petrobras para ‘aplicações exigentes’

Radar

Paletas naturais inspiram tendências em tintas e revestimentos

Ciência & Tecnologia

Cientistas desenvolvem tinta que reduz calor sem eletricidade

Radar

Tintas térmicas ganham espaço na construção civil

Heraeus
Siga-nos no Instagram
Anastacio 27.25.26 - 27.08.26
Colormix 11.06.26 - 13.03.27
Prom Biocides 16.07.26 - 16.08.26
Brenntag Cortesia
Chemspeed
Ecouniverso 3
Buhler
Mais lidas
🔥 Mais lidas

Ver mais

Eventos do setor
  • 28 set
    Abrafati 2027
    28/09/2026 a 30/09/2026
  • 28 set
    Middle East Coatings
    28/09/2026 a 30/09/2026
  • 11 nov
    CHINACOAT 2026
    11/11/2026 a 13/11/2026
  • 27 abr
    European Coatings Show 2027
    27/04/2027 a 29/04/2027
  • 30 maio
    Saudi Arabia Coatings Show 2027
    30/05/2027 a 02/06/2027
Fique por dentro!
Receba as principais notícias e tendências do setor direto no seu e-mail.
Parceiros
IBM_logo_Branco

A Innovation Business Media é um ecossistema de mídia, conteúdo e eventos que conecta conhecimento, inovação e negócios por meio de portais especializados, experiências presenciais e digitais, além de iniciativas educacionais.

Siga-nos

Instagram Linkedin-in

Contato

  • contato@innovationmedia.com.br
  • (11) 5588-4256
  • Av. Eng. Armando de A. Pereira, 2937 Cj 205, 2° andar – Bloco A – Jabaquara São Paulo – SP · CEP 04309-011
Instagram LinkedIn
Editorias
  • Arquitetura & Design
  • Automotivo
  • Gráfico
  • Imobiliário
  • Industrial
  • Têxtil
Institucional
  • O Paint Innovation
  • Quem Somos
  • Cadastre-se
  • Anuncie
  • Contato
Explore Nossas Marcas

Agri
Innovation

Cosmetic
Innovation

Food
Innovation

Household
Innovation

NUTRA
Innovation

Pharma
Innovation

PAINT
Innovation

Innovation
Live Mktg

Revista H&C

© 2026 Paint Innovation · Innovation Business Media Ltda. · Todos os direitos reservados
  • Termos de uso
  • Política de Privacidade
  • Sobre Cookies
  • Sobre o uso de I.A. generativa

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Nós utilizamos cookies com objetivo de prover a melhor experiência no uso do nosso site. Leia nossa Política de uso de cookies para entender quais cookies nós usamos e quais informações coletamos em nosso portal. Ao continuar sua navegação, você concorda que podemos armazenar cookies no seu dispositivo.