Cientistas da agência italiana ENEA desenvolvem “tintas comestíveis” por meio de impressão 3D para criar alimentos nutritivos e sustentáveis
A metodologia foca no cultivo celular em ambientes controlados. O objetivo central não é o desenvolvimento da planta completa, mas a extração e multiplicação de suas células em um gel que simula o solo. Além da eficiência produtiva, a tecnologia apresenta potencial para a nutrição de precisão. Ao ajustar a composição da “tinta”, é possível entregar quantidades exatas de proteínas e vitaminas de acordo com a necessidade do consumidor.
O processo resulta na fabricação de barras de cereais, doces e pequenas esferas de mel com alto valor nutricional.
A aceitação do público para esse tipo de inovação é crescente. Um estudo conduzido pelo laboratório italiano indicou que aproximadamente 60% dos entrevistados estariam dispostos a consumir alimentos produzidos por meio de impressoras 3D. Fonte: Revisa Planeta.