A discussão sobre cor voltou ao centro das escolhas de arquitetura e decoração. Nesse cenário, a Tintas Killing incluiu a Energia M142 entre os tons que deverão orientar projetos nos próximos ciclos.
A cor parte da ideia de uma vitalidade associada à terra, um ponto de partida que aproxima o design de interiores de referências naturais cada vez mais presentes nos ambientes residenciais.
Além disso, fabricantes têm buscado traduzir comportamentos e estados de espírito por meio das paletas, movimento que também orienta a leitura da Energia M142. O tom aparece como alternativa para espaços que procuram imprimir ritmo, estabilidade e certa continuidade visual, característica valorizada em projetos que equilibram bem-estar e funcionalidade.
A proposta dialoga com a tendência de cores que não apenas ocupam a parede, mas interferem na percepção do ambiente.
Com isso, a Killing reforça que a tonalidade exibida em catálogos digitais serve apenas como referência. A orientação permanece a mesma entre arquitetos e lojistas, que é observar amostras físicas antes da escolha final, sobretudo quando a decisão envolve tonalidades que podem mudar conforme luz, textura ou acabamento. A prática, segundo profissionais do setor, continua sendo o ponto de partida para transformar intenção estética em resultado consistente.