Soluções anticorrosivas e resistentes a calor e produtos químicos da companhia foram selecionadas para proteger estruturas do maior complexo integrado de hidrogênio verde, amônia e metanol do mundo.
A AkzoNobel foi escolhida para fornecer revestimentos de alta performance ao Songyuan Hydrogen Energy Industrial Park, na China, considerado o maior projeto integrado de hidrogênio verde, amônia e metanol do mundo.
Por meio da marca International, a companhia está fornecendo tecnologias de proteção anticorrosiva e revestimentos resistentes a altas temperaturas e agentes químicos para instalações ligadas à geração de energia e ao processamento químico do complexo industrial.
O projeto, desenvolvido pela China Energy Engineering Group, integra toda a cadeia produtiva de energia renovável, desde a geração elétrica até a produção de hidrogênio verde, amônia e metanol de baixo carbono. As obras tiveram início em 2023 e atualmente avançam para a segunda fase de operação.
Segundo informações do empreendimento, o parque industrial opera com eletricidade 100% renovável e possui capacidade anual prevista para produzir 45 mil toneladas de hidrogênio verde e 200 mil toneladas de amônia e metanol sustentáveis.
Entre as soluções adotadas no projeto está o revestimento Interbond 2340UPC, utilizado em tubulações críticas e tanques de amônia devido à sua proteção contra corrosão sob isolamento (CUI). Já as esferas de armazenamento de hidrogênio receberam o revestimento Interseal 670HS, combinado a uma camada refletiva reconhecida por normas chinesas voltadas à eficiência térmica e segurança operacional.
De acordo com Rob Leslie, diretor de Marine and Protective Coatings da AkzoNobel na Grande China, a participação da companhia reforça a capacidade técnica da empresa em aplicações ligadas à transição energética e à proteção de infraestruturas sustentáveis.
A iniciativa também está alinhada às metas climáticas globais da AkzoNobel. A empresa informa ter reduzido em 47% suas emissões operacionais de escopos 1 e 2 em comparação aos níveis de 2018, além de ampliar o uso de eletricidade renovável, que já representa 69% do consumo energético da companhia até o fim de 2025.
Para a indústria de revestimentos, o projeto evidencia a crescente demanda por tecnologias de proteção industrial associadas à expansão da economia verde e à infraestrutura voltada à neutralidade de carbono.