Companhia reforça sua estratégia climática após antecipar em quatro anos o cumprimento da meta de redução das emissões operacionais.
A AkzoNobel anunciou que atingiu, com quatro anos de antecedência, a meta de reduzir em 50% as emissões de carbono provenientes de suas operações próprias (Escopos 1 e 2), originalmente estabelecida para 2030. O objetivo, validado pela iniciativa Science Based Targets (SBTi), considera 2018 como ano-base e integra a estratégia da companhia para alcançar a neutralidade de carbono até 2050.
Segundo a empresa, o resultado reflete a incorporação da sustentabilidade às operações globais e reforça seu posicionamento na agenda de descarbonização da indústria de tintas e revestimentos.
Atualmente, a AkzoNobel opera com eletricidade proveniente de fontes 100% renováveis na América do Norte, América Latina e Europa, abrangendo 69% de suas unidades fabris. A transição também foi concluída recentemente nas operações da África do Sul e do Vietnã, elevando para 92 o número de unidades abastecidas exclusivamente por energia renovável.
Entre as iniciativas que contribuíram para o cumprimento da meta está a modernização da unidade de Pilawa, na Polônia. A fábrica recebeu investimento de € 1,7 milhão para substituir caldeiras a gás por bombas de calor e também abriga a maior usina solar da companhia na Europa, em operação desde 2024, com 3.551 painéis fotovoltaicos.
Além das emissões diretas e do consumo de energia, a AkzoNobel mantém o compromisso de reduzir em 50% as emissões de carbono de toda a sua cadeia de valor até 2030, meta relacionada ao Escopo 3. A empresa afirma que continuará desenvolvendo soluções em parceria com fornecedores, clientes e demais integrantes da cadeia para acelerar esse processo.
Como parte dessa estratégia, a companhia lançou recentemente a calculadora de energia Eco+ Cure, desenvolvida pela marca de revestimentos em pó Interpon. A ferramenta permite analisar indicadores operacionais, como consumo de gás, temperatura de fornos e produtividade, auxiliando clientes na redução do consumo energético, dos custos operacionais e das emissões de carbono.