A bioincrustação está entre os desafios enfrentados por embarcações e outras estruturas expostas continuamente ao ambiente marítimo. O fenômeno ocorre quando organismos como algas, animais e microrganismos se fixam em superfícies submersas, podendo afetar o desempenho e a operação dos ativos.
O tema ganhou espaço na Navalshore 2026, realizada de 18 a 20 de agosto de 2026, no Rio de Janeiro, onde a Tintas Vinci participou de um workshop de bioincrustação dedicado à discussão técnica sobre o problema e às soluções para seu controle. A empresa esteve presente no evento também como expositora no estande do Cluster Naval.
Além dos impactos sobre a conservação das superfícies, a bioincrustação pode aumentar a rugosidade do casco, elevando a resistência ao deslocamento da embarcação e, consequentemente, o consumo de combustível e as emissões. O problema também é considerado pela Organização Marítima Internacional (IMO) uma importante via de transferência de espécies aquáticas invasoras entre diferentes regiões.
A questão tem relação direta com o desenvolvimento de revestimentos marítimos. A Tintas Vinci mantém em seu portfólio uma linha de antiincrustantes, com produtos como Litoral 605, Vincimarine 610, NoCrust 620 e Evolution, destinados à proteção de embarcações contra a incrustação de organismos marinhos. Entre as opções estão tecnologias de autopolimento e formulações livres de TBT.
Fundada em 1999, a Tintas Vinci é uma empresa brasileira especializada em revestimentos industriais e marítimos, com atuação nos segmentos de Protective Coatings, Marine Coatings, Yacht Paint e pisos industriais. A companhia mantém certificação ISO 9001:2015 desde 2007 e informa possuir uma equipe técnica dedicada à especificação e ao desempenho dos sistemas de pintura em obras novas, manutenção e reparo.


